Feio não é ser MÃE solteira. Feio é ser pai quando convém!

Ser mãe é um trabalho muito dificil, mesmo a criança tendo um pai presente para dividir as responsabilidades. Mas, tudo fica pior quando o pai se recusa a participar da educação do próprio filho. E, o mais triste, é este comportamento paterno ser socialmente aceito e a mãe vista, muitas vezes, como uma pessoa inoportuna, que perturba a paz do pobre pai.
Ser mãe é um trabalho muito dificil, mesmo a criança tendo um pai presente para dividir as responsabilidades. Mas, tudo fica pior quando o pai se recusa a participar da educação do próprio filho. E, o mais triste, é este comportamento paterno ser socialmente aceito e a mãe vista, muitas vezes, como uma pessoa inoportuna, que perturba a paz do pobre pai.

É claro que existem mulheres que usam as crianças para atingir e atazanar, seria ingenuidade pensar diferente. Só não podemos generalizar, estas são a minoria. A “mãe solteira” é uma mãe como qualquer outra, sempre preocupada com o bem estar dos filhos, se virando nos 30 para conciliar todas as necessidades da criança e suas obrigações. Na verdade, chamar uma mulher de mãe solteira não faz lá muito sentido: mãe não é estado civil.

Mas algumas pessoas acham que, quando a mulher é solteira e tem um filho, ela passa por uma transformação fantástica que a deixa uma bruxa, cujo o único objetivo é infernizar o homem. Sem perceber que a maioria das mães só querem dividir a responsabilidade com o pai: nada mais justo, afinal, a responsabilidade é dos dois!

E, em alguns casos, não são só as pessoas de fora que pensam assim:

Quem nunca viu a espécie de pai que só quer participar da parte bacana da vida dos filhos, apenas quando é conveniente para ele? Nas raras vezes em que aparece, leva as crianças para passear e se divertir.  Deixa para mãe a parte mais difícil, a parte prática do dia a dia: as doenças, cobranças escolares, broncas, rotina doméstica, alimentação e por aí vai. Aos olhos das crianças, que não dispõem de maturidade para entender esta temática, o pai é legal e, a mãe, a bruxa rabugenta.

Esse tipo de pai sempre deixa para a mãe o pior papel, não importa a platéia.

Então, papais: não sejam nunca esse tipo de pai, ausente! Pai ausente não é pai, pai ausente é lembrança.

Seus filhos irão crescer um dia e conseguirão entender a falta que você fez e toda a sua malandragem.

Obs.: O mesmo vale para as mães ausentes 😉


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