Lindas histórias de amor, para você se emocionar e renovar a fé no amor verdadeiro!

1. NEOQEAV

Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.

A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra “NEOQEAV” num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.

Eles se revezavam deixando “NEOQEAV” escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.

Eles escreviam “NEOQEAV” com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse. Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.

“NEOQEAV” era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.

Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar “NEOQEAV” na última folha e enrolou tudo de novo.

Não havia limites para onde “NEOQEAV” pudesse surgir.

Pedacinhos de papel com “NEOQEAV” rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.

Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.

“NEOQEAV” era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília. Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.

Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.

Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.

Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar. O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.

Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena. Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.

Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.

Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bençãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.

Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.

Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.

Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.

O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.

Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã. E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa. Então, o que todos nós temíamos aconteceu.

Vovó partiu.

“NEOQEAV” foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.

Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.

Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.

Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser. Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.

Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:

“Mas o que NEOQEAV significa?”

Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você

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2. Oh, Sweet Lorraine

Esta é uma linda história de amor que nem o tempo e a morte puderam diminuir. Está é a história de Fred Stobaugh e Lorraine “garota mais bonita que já viu” conforme conta Fred.
Frede e Lorraine se casaram em 1940 e tiveram uma vida plena com um casamento de 73 anos, três filhos, quatro netos até Lorraine falecer.

Fred, ficou arrasado e um mês após a morte de Lorraine, viu um anúncio de um concurso em uma rádio local para escrever uma canção. Porém, Fred não tinha instrução musical, não entendia nada de música, mas isso não o impediu de tentar. Mandou a uma carta com a letra da música “Sweet Lorraine” contanto toda a história de seu amor pela Lorraine e a falta que ela fazia para o estúdio que promoveu o concurso.

O pessoal ficou tão comovido com a história que resolveu dar vida a canção.

Confira a letra abaixo,  é de se emocionar:

Querida Lorraine

Oh, querida Lorraine
Eu gostaria que pudéssemos viver todos
Os bons tempos
Mais uma vez

Oh, querida Lorraine
A vida só passa
Uma vez
E nunca mais

Oh, querida Lorraine
Eu gostaria que pudéssemos viver
Todos os momentos que se foram
Novamente

Os bons tempos, os bons tempos
Os bons tempos, de novo
Os bons tempos, os bons tempos
Os bons tempos, tudo de novo

Mas as memórias
Continuam aqui
Querida Lorraine
Não, eu não quero seguir em frente

As lembranças continuam
Aqui
Minha querida Lorraine
É por isso que eu escrevi essa canção

Oh, querida Lorraine
Eu gostaria que pudéssemos viver todos
Os bons tempos
Mais uma vez

Oh, querida Lorraine
A vida só passa
Uma vez
E nunca mais

Oh, querida Lorraine
Eu gostaria que pudéssemos viver todos
Os bons tempos
Mais uma vez

Os bons tempos, os bons tempos
Todos os bons momentos, tudo de novo

 

 

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3. O Cupido

Esta é mais uma linda história  que nos ensina como devemos mostrar o nosso amor da maneira correta.

 

 

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4. PARA SEMPRE

A HISTÓRIA QUE INSPIROU O FILME

Kim & Krickitt Carpenter

Em novembro de 1993, os americanos Kim e Krickitt Carpenter, com 27 e 23 anos, respectivamente, estavam casados havia apenas dez semanas e faziam sua primeira viagem de carro quando um acidente envolvendo um caminhão, uma camionete e o veículo em que trafegavam mudou suas vidas para sempre.

Ferida gravemente na cabeça, Krickitt esteve à beira da morte e permaneceu em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte de sua memória havia sido apagada e ela não guardava nenhuma lembrança do marido, Kim. Disposto a honrar os votos de fidelidade e lealdade feitos em seu casamento, ele se manteve ao lado da mulher durante todo o processo de recuperação e teve de reconquistá-la aos poucos, até que o amor entre os dois voltasse a florescer, já que Krickitt nunca mais recuperaria as lembranças do tempo em que viveram juntos.

A história de superação de Kim e Krickitt Carpenter foi contada no livro “Para Sempre” (Editora Novo Conceito) e na forma de filme homônimo.

História retirada da Istoé.

Confira o trailer do filme que conta a história de Kim e Krickitt:

 

 

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