A paciente Clarinha, como foi batizada pelos médicos, chegou no hospital da polícia Militar há 17 anos após ser vítima de um atropelamento. Foi encontrada sem nenhum documento e até hoje ninguém sabe seu verdadeiro nome ou quem são seus familiares. Ela está sob os cuidados da carinhosa equipe médica do HPM de Vitória, ES.

O carinho é tanto que o Coronel Potratz, médico de Clarinha, ainda visita a tão querida paciente mesmo sem ter nenhuma obrigação profissional:

“Depois de tantos anos me dedicando a cuidar dela, mesmo como médico, a gente acaba criando um laço de afetividade. E essa história me marcou muito, pelos aprendizados que eu tive durante essa jornada, e pela situação da própria Clarinha, que ainda está indefinida. Ainda não achamos a família dela, mas continuamos com esperança”

Ele não usa mais a farda e nem precisa cumprir horários, mas sempre traz alguma coisa para sua paciente preferida. As zelosas enfermeiras avisam o Coronel Potratz quando Clarinha precisa de algo:

“Eu estava até explicando para ele que às vezes ela tem febre, porque sente a falta dele, porque toda manhã era ‘bom dia, Clarinha’”, explicou a enfermeira Neide Lopes.

O Doutor garante: vai continuar do lado de Clarinha até conseguir encontrar a sua família. E, após conseguir localizar os familiares, pretende continuar ajudando e mantendo a convivência com ela:

“Com certeza vou manter um elo com essa família que por ventura a gente possa identificar, no sentido de continuar ajudando, mesmo que seja à distância, mas continuar participando da vida dela, até como médico, poder visitá-la e ter uma interação já que a gente criou um vínculo de afetividade muito grande”, contou Potratz.

É ou não é um exemplo de médico? 🙂

Fonte G1


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Comentários (1)
  1. Entendam uma coisa: seja coleção ou brinquedo, NÃO SE DEVE MEXER SEM AUTORIZAÇÃO! É como alguém entrar na sua casa e já ir abrindo a geladeira! É simplesmente falta de educação! E que isso sirva para mostrar a todos que a verdadeira educação é a que vem de CASA!

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