O Mestre Jesus, nos deixou lições muito importantes que devem ser relidas por diversas vezes para que possamos gravá-­las em nossa mente e incorporá-­las ao nosso agir diário. Veja:

 

Dizia ele: “Não julgueis para não serdes julgados, pois com o critério com que julgardes, sereis julgados e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.”

Temos uma grande facilidade de emitir julgamentos sobre o comportamento de nossos irmãos. No entanto, esquecemos de nossa própria imperfeição e de nossos inúmeros defeitos. Se lembrarmos sempre que com a mesma medida que julgarmos, seremos julgados, então chegaremos a conclusão de que é melhor que nos ocupemos de nós próprios, tentando corrigir nossas falhas, pois nunca sabemos quando iremos partir e ter que prestar contas – e o tempo é curto para consertarmos muitos erros.

Além do mais, ao fazer um julgamento, estaremos usando nossas próprias medidas que são baseadas em nossos nossos pontos de vista e que, muitas vezes, não coincidem com os da pessoa que estamos julgando. Além do mais, somente Deus sabe as razões que levaram a pessoa a agir da forma como agiu.

Jesus tinha um comportamento compreensivo e amoroso e se recusava a fazer julgamento de quem quer que fosse. Deixava esta tarefa ao Pai Celestial.

Na época em que Jesus vivia, as mulheres adúlteras eram punidas severamente e sem a menor piedade.

Certa vez, uma mulher foi pega em adultério e os farisus, com a intenção de desmoralizar o Mestre perante as multidões que o ouviam atentamente, submeteram a mulher ao seu julgamento, tentando colocá­lo em um beco sem saída: ­ se condenasse a mulher, mandando apedreja-­lá, estaria contradizendo tudo o que ensinava ao povo sobre amor e perdão. Por outro lado, se perdoasse a mulher, também estaria contradizendo seus ensinamentos uma vez que estaria considerando o adultério como algo admisssível.

MENSAGENS DO MESTRE JESUS

Jesus ficou em silencio por um instante e então disse apenas: “Quem não tem pecado que atire a primeira pedra!”, ao que todos se afastaram silenciosos e pensativos.

Jesus então perguntou à mulher: “Onde estão os teus acusadores? Ninguém te acusou?” Ela respondeu: “Ninguém”. Ele respondeu: “Nem eu”.

Jesus não julgou a mulher que havia cometido adultério, e não julgava pessoa nenhuma.

Se Jesus que veio para mostrar o caminho do céu não fazia julgamentos, porque nós, tão confortavelmente, nos achamos no direito de julgar nossos semelhantes?

Aqui fica mais uma lição de suma importância que Jesus ensinou e que devemos ter sempre em mente: “Ame a teu próximo como a ti mesmo e não faça aos outros o que não queres que façam contigo”.

Se amarmos o próximo como a nós mesmos, jamais faremos a ele o que não queremos que nos façam, porque nos colocaremos no lugar dele e poderemos avaliar o sofrimento que ele estaria sentindo com atitudes hostis.


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