5 poderosos textos de motivação no trabalho que vão te dar espírito de luta para dar o melhor de si e ir mais longe!

1. A LUVA DE JESSIE

Todos os anos faço treinamento de gerentes para a Circle K Corporation, uma cadeia nacional de lojas de conveniência. Um dos tópicos que abordamos em nossos seminários é como manter a qualidade dos funcionários, um verdadeiro desafio para os gerentes quando se leva em consideração a escala de salários do setor de serviços. Durante essas discussões, costumo perguntar aos participantes:

“O que fez com que você ficasse tempo suficiente para se tornar um gerente?” Tempos atrás, fiz essa pergunta a uma gerente que devagar, com a voz embargada, disse: “Uma luva de beisebol de 19 dólares.”

Cyntia disse ao grupo que no início aceitara um emprego de vendedora na Circle K como um trabalho temporário enquanto procurava algo melhor. No segundo ou terceiro dia atrás do balcão, seu filho Jessie, de 9 anos, telefonou para ela. Ele precisava de uma luva de beisebol para a Liga Infantil. Ela explicou que, como mãe solteira, o dinheiro era muito curto e que o primeiro salário seria utilizado para pagar as contas. Talvez ela pudesse comprar a luva de beisebol com o segundo ou terceiro salário.

Quando Cyntia chegou ao trabalho na manhã seguinte, Patrícia, a gerente da loja, pediu-lhe que a acompanhasse até um quartinho atrás da loja, que servia como escritório. Ela se perguntava se havia feito algo errado ou deixado algum trabalho incompleto no dia anterior. Estava preocupada e confusa.

Patrícia entregou-lhe uma caixa e disse:

– Ouvi sem querer a conversa que teve com seu filho ontem e sei que é muito difícil explicar essas coisas para as crianças. Isto é uma luva de beisebol para Jessie, porque, provavelmente ele não compreende o quanto ele é importante, mesmo que você tenha de pagar as contas antes de comprar a luva. Você sabe que não podemos pagar pessoas boas como você como gostaríamos, mas realmente nos importamos e quero que saiba que você é importante para nós.

A consideração, a compreensão e o amor dessa gerente de loja de conveniência demonstram claramente que as pessoas se lembram muito mais da preocupação que o patrão demonstra por elas do que quanto ele lhes paga. Uma lição importante pelo preço de uma luva de beisebol da Liga Infantil.

Motivação no trabalho

Rick Phillips
Do livro: Espírito de Cooperação no Trabalho

 

Motivação no trabalho

2. Pedro e seu Machado

Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte! A madeireira precisou reduzir custos…

Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biotipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.

Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente. E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de “catadores de gravetos”.

Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote…

Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de “madeira”, deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe. Todos ficaram atônitos!

Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.

O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais.

Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam… O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. “Não sei”, respondeu Pedro, “nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está caindo”.

O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de “dentes” e sem o “fio de corte”, perguntou ao Pedro: “Por que você não afiou o machado?”.

Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.

Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga – conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.

A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós, preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de “amolar o nosso machado”, ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos.

Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros. Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.

Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante dez anos.

A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir. É “perder tempo” para afiar o nosso machado.

 

Motivação no trabalho

3. Pipa Voando

Você já viu uma Pipa voar a favor do vento?

Claro que não.

Frágil que seja, de papel de seda e taquara, nenhuma se dá ao exercício fácil de voar, levada suavemente pelas mãos de alguma corrente. Nunca.
Elas metem a cara. Vão em frente.
Têm dessa vaidade de abrir mão de brisa e preferir a tempestade.

Como se crescer e subir fosse descobrir em cada vento contrário uma oportunidade.
Como se viver e brilhar fosse ter a sabedoria de ver uma lição em cada dificuldade.

No fundo, no fundo, todo mundo deveria aprender na escola a empinar pipas, pandorgas ou raias. Para entender desde cedo, que Deus só lhes dá um céu imenso porque elas têm condições de o alcançar.

Assim como nos dá sonhos, projetos e desejos, quando possuímos os meios de os realizar.
De tempos em tempos, voltaríamos às salas de aula das tardes claras só para vê-las, feito bandeiras, salpicando o azul.

Assim compreenderíamos, de uma vez por todas, que pipas são como pessoas e empresas bem sucedidas: usam a adversidade para subir às alturas.

Retirado de Caixinhas de Atitude

 

Motivação no trabalho

4. O segredo de um trabalho de sucesso

A vida de muitas pessoas vai mudar para melhor simplesmente pelo fato de você procurar dar o máximo naquilo que faz. Quando você busca o melhor, essa é uma atitude que costuma promover uma verdadeira mudança em sua vida e na vida das pessoas ao seu redor.

Quando faço uma retrospectiva da minha carreira, vejo que quanto mais eu ajudei as pessoas a realizarem seus objetivos e a serem felizes, mais sucesso eu fiz.

Seu sucesso é proporcional ao número de pessoas que você ajuda. Zig Ziglar, o famoso palestrante, disse uma frase de que eu gosto muito: “Você vai realizar todos os seus sonhos se ajudar muitas pessoas a realizarem os sonhos delas”.

Tenha sempre em mente que sua missão de vida é trabalhar como um ato de generosidade com quem quer ouvir e aprender a partir do que você fala. Quando você se propõe a ajudar as pessoas, suas palavras se tornam muito mais forte e muito mais poderosas do que se ficasse somente no campo das ideias e do seu interesse pessoal.

Faça sempre esta pergunta para si mesmo: “Como vou ajudar as pessoas a realizarem seus objetivos?”. E trabalhe em cima dessa proposta, com essa energia.

Quando você tem uma missão que resulta em ajudar as pessoas, você trabalha com paixão e isso contagia a todos. Sua paixão ao se apresentar é entusiasmo, é alegria, é energia vital, que anima todos que o ouvem. Essa é a base do seu carisma, que faz com que você atraia a atenção das pessoas.

Eu admiro pessoas que amam criar um mundo melhor. Ter uma missão de valor e agir com entusiasmo por ela muda tudo à sua volta para melhor, e isso é apaixonante.

Um dos depoimentos mais nobres e bonitos que vi sobre isso foi o do professor doutor Paulo Grimaldi, um dos maiores pa­tologistas do Brasil.

No meu seminário “Os segredos dos pa­lestrantes campeões”, perguntei a ele o que pretendia realizar como palestrante. Ele me respondeu:

̶ “Roberto, quero fazer apresentações melhores para ver menos lâminas de pacientes mostrando células com câncer em estado avançado. Quero fazer palestras cada vez melhores para ensinar as pessoas a cuidarem melhor de sua saúde e ensiná-las sobre a importân­cia da prevenção. Quero fazer apresentações cada vez melho­res para não haver tantos pacientes em estado terminal, nem tantas notícias ruins para serem dadas aos familiares”.

O doutor Paulo realmente entendeu o significado de ter uma missão poderosa!

E você? Já parou para pensar sobre qual é a sua missão?

 

Motivação no trabalho

5. HOMEM SUFICIENTE PARA O TRABALHO

Este incidente se passou durante a primeira guerra americana, quando um oficial mandou seus soldados cortarem algumas árvores para fazerem uma ponte. Não havia homens suficientes, e o trabalho progredia muito lentamente. Um homem de aparência imponente, que estava passando a cavalo, falou com o oficial responsável quando este dava ordens aos subordinados, mas ele mesmo não fazia nada.

– Você não tem homens suficientes para o trabalho, não é?

– Não, senhor. Precisamos de ajuda.

– Por que você mesmo não põe mãos à obra? – perguntou o homem no cavalo.

– Eu, senhor? Por quê? Sou um cabo – respondeu o oficial, aparentemente ofendido com a sugestão.

– Ah, é verdade – respondeu o outro calmamente e, descendo do cavalo, pôs-se a trabalhar com os homens até estar concluído o serviço. Depois, montou novamente e, enquanto saía, falou para o oficial: – Cabo, da próxima vez que tiver uma tarefa a cumprir e poucos homens para o serviço, avise ao comandante superior, e eu tornarei a vir.

Este era o general Washington.


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