4 bonitos e inteligentes textos para a sua reflexão, espia:

 

A borboleta azul

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem as férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia às perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta a que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

– O que você vai fazer? perguntou a irmã.

– Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando. Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

– Depende de você. Ela está em suas mãos.

Assim a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.

Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos ou não. Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

TEXTOS BONITOS

Uma nova perspectiva

Quando era criança, sempre podia contar com meu pai para olhar as dificuldades sob outra perspectiva, fosse uma perna quebrada ou um coração partido. Anos depois, eu estava arrasada, com uma série de problemas pessoais. Precisando de ajuda e me sentindo derrotada, gastei minhas últimas economias numa viagem à Flórida para ver meu pai.

Na última noite da minha visita, estávamos na ponta de um píer olhando o pôr-do-sol. Não conseguia mais conter meu amargor.

– Sabe, papai, se pudéssemos juntar todos os bons momentos da vida, não durariam vinte minutos.

– É – ele concordou.

Olhei-o, espantada. Ele ainda estava estudando o sol que se punha no horizonte. Então, olhando firmemente nos meus olhos, acrescentou tranquilamente:

– São como tesouros, não são?

Sean Coxe

TEXTOS BONITOS

Uma bela lição sobre o privilégio

Se você está lendo isso, você provavelmente tem alguns privilégios que pode nem mesmo se dar conta de que tem. Você pode até enxergar o que você tem como algo natural e garantido, tal é a natureza do privilégio.

Pode ser uma coisa difícil de entender, mesmo para os adultos. Mas um professor do ensino médio encontrou uma maneira maravilhosamente simples de explicar isso para que todos os seus alunos entendessem a mensagem.

As 85 pessoas mais ricas do mundo têm o mesmo dinheiro que as 3,5 bilhões mais pobres.

Ele fez um exercício simples. Em primeiro lugar, todos os alunos foram orientados a fazer bolas de papel. Em seguida, a lata de lixo reciclável foi colocada na parte da frente da sala de aula.

“Vocês representam a população do país, e todo mundo tem a chance de se tornar rico e chegar à classe alta. Tudo o que vocês devem fazer é lançar as suas bolas de papel para o lixo sentados em seus lugares”.

Obviamente, os alunos do fundo da sala estavam em situação pior do que os da frente, e queixaram-se desta injustiça. Todo mundo jogou sua bola e muitos (não todos) alunos na frente acertaram o alvo, enquanto apenas alguns na parte de trás conseguiram, como era esperado.

“Quanto mais perto você está da lixeira, melhores as suas chances: isso é privilégio. Vocês notaram como os únicos que se queixaram estavam no fundo da sala?”, perguntou o professor. “As pessoas na frente da sala estavam menos propensas a ter consciência do seu privilégio. Elas só viam os 10 metros entre eles e seu objetivo”.

“Vocês estão recebendo educação, e seu trabalho é estarem cientes de seu privilégio. Utilizem este privilégio chamado “educação” para tentar conseguir grandes coisas, mas também para defender aqueles que estão atrás de vocês”.

TEXTOS BONITOS

A procura da felicidade

Um infeliz homem que, amargurado por não encontrar a felicidade, fechou a pobre casa, e foi mundo afora, à procura deste estado intimo do espírito. Percorreu todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar que acharia para ser feliz. Onde chegava, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz…

Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro… Mas o povo lamentava e ninguém o seguia… No dia seguinte, recomeçava a caminhada.

Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio… Um dia percebeu que estava ficando velho, seus cabelos brancos, suas mãos enrijecidas e cansado de tanto procurar essa tal felicidade…

Foi quando parou em frente a uma casa antiga, janelas de vidro quebradas, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo todos os cantos dela, e ninhos de passarinhos construídos pelos pardais. PENSOU E TOMOU UMA DECISÃO: Vou tratar de ser feliz aqui. Arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes…e cantaria a canção da felicidade.

Foi quando parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: AQUELA CASA ERA A PRÓPRIA RESIDÊNCIA QUE ELE ABANDONARA HÁ TANTOS ANOS, À PROCURA DA FELICIDADE…


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