Reflexão

Cachorro de rua e macaco cuidam um do outro e se recusam a ser separados [Vídeo]

Em Cartagena, cidade da Colômbia, dois lindos animais demonstraram que a amizade, união e amor ultrapassam qualquer diferença.

Beto, macaco-prego ainda filhote, foi retirado brutalmente de seu habitat natural. Suspeita-se de que tentaram vendê-lo ilegalmente por um alto valor.

Porém, o pequeno macaquinho simplesmente perdeu-se naquela enorme cidade. Não havia a menor chance de sobrevivência para um filhote indefeso em meio a tantos perigos.

Até que Beto, o pequeno filhote, encontrou Luna, uma cachorra desabrigada, que passava seus dias percorrendo as ruas da cidade.

Luna não tinha nada mais a oferecer a não ser o seu colo e seu afeto. Felizmente, isso era tudo o que Beto precisava.

Beto, com seus longos braços, apegou-se às costas de Luna e não soltou. Luna foi a figura materna que aquele macaquinho tanto necessitava.

Juntos, andavam na cidade desfrutando da companhia um do outro. Eram como mãe e filho.

Ao notarem isso, os habitantes da cidade resolveram chamar a polícia ambiental e ecológica da Colômbia.

A equipe policial buscou aqueles dois animaizinhos, e viram como era linda a união existente entre eles.

“Este cachorrinho salvou o macaco da morte certa”, disse a polícia.

A equipe de proteção ambiental, com o objetivo de oferecer o melhor cuidado para os animais, tentou separá-los.

A tentativa, porém, foi sem sucesso. Assim que Beto foi tirado das costas de Luna, soltou gritos de desespero e tristeza.

Beto realmente havia sido adotado como um filho pela pequena cadela.

Dessa forma, viram que não haveria outra solução senão deixá-los juntos. Assim que Luna se reaproximou, o pequeno macaquinho correu para o colo de sua mãe do coração.

Com a ajuda de especialistas no assunto, foi visto que a relação que Beto e Luna desenvolveram é conhecida como imprinting, um raro comportamento, em que se forma um vínculo inquebrável entre animais.

Nesse vínculo, Beto recebeu Luna como a sua única figura materna. Separá-los poderia fazer mal ao indefeso animalzinho.

“Eles formam em seu cérebro o reconhecimento de quem é sua mãe, o reconhecimento de sua espécie, este é um mecanismo de aprendizado geneticamente regulado que não pode ser revertido uma vez criado”, disse o especialista Enrique.

Por essa razão, Beto e Luna serão mantidos juntos. A doce e carinhosa mamãe, junto a seu filho do coração, podem desfrutar da sincera companhia um do outro em um ambiente seguro e protegido.

Assista o vídeo:


 

Autora
Débora Barros Gonçalves

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