Reflexão

Estudo prova que avós gostam mais dos netos do que dos próprios filhos

Não é de hoje a desconfiança a respeito das avós gostarem mais dos netos que dos próprios filhos mas agora existe um estudo para comprovar essa teoria. O artigo realizado pelos pesquisadores da Emory University, nos Estados Unidos, analisou o cérebro de 50 avós para ver como elas reagiam diante de algumas fotografias: de seus netos, uma criança desconhecida, o pai do mesmo sexo do neto e um adulto desconhecido.
A analise foi feita através do exame de ressonância magnética. 
Ao ver as imagens dos netos, a maioria das vovós mostrou mais atividade nas áreas do cérebro envolvidas com empatia emocional e motivação do que visualizando as fotos dos filhos. Quando viam as fotos dos filhos já adultos, uma outra área do cérebro foi ativada, a da empatia cognitiva. Provavelmente elas estão buscando compreender o que seu filho adulto está pensando ou sentindo, mas não tanto pelo lado emocional. 
“Se o neto está sorrindo, elas estão sentindo a alegria da criança. E se o neto está chorando, elas estão sentindo a dor e a angústia da criança”, declarou o principal autor do estudo, James Rilling.
James também explicou que as participantes relataram sentir mais prazer sendo avós do que mães porque a responsabilidade com o neto é menor do que com o filho, o que torna a relação tranquila, divertida e leve: “Muitas delas também disseram como é bom não estar sob tanta pressão como quando criaram seus filhos. Essas mulheres podem aproveitar a experiência de ser avó muito mais do que a de ser mãe.” Esta declaração poderia confirmar a sabedoria popular que diz “Pais educam, avós deseducam”?
Brincadeiras á parte, a pesquisa demonstra como uma criança altera toda a dinâmica da família.“Esse estudo comprova que ocorrem mudanças cerebrais nas pessoas que convivem com uma criança, e não apenas no cérebro dos pais e parceiros que dão à luz a uma nova vida. Isso é emocionante!”

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