Reflexão

Idoso de 85 anos fica 16 horas no chão e seu gato salva sua vida

Um gato salvou a vida de um idoso de maneira quase inacreditável.
O norte-americano de 85 anos Ronald Williams é um veterano do Exército que mora sozinho. A filha de Ronald sugeriu que o pai adotasse um gatinho para lhe fazer companhia e o idoso gostou da idéia, trazendo para casa o brincalhão Fluffy (que em português significa “fofinho”).“Eu olhei para ele e simplesmente me apaixonei”, disse Ronald.

O idoso gosta de conversar com o gato e sempre que seu celular tocava ele dizia a mesma frase para o bichano: “O telefone tocava e eu dizia ‘ring-a-ding’” explicou o idoso. Significa ‘tocando’.

“E eu não sabia que ele iria entender isso.”

Em uma manhã, ao sair do banho, o idoso escorregou e bateu a cabeça, ficando imóvel no chão do banheiro. Ronald estava sozinho em casa, a porta do cômodo fechada e o celular na bancada da pia do banheiro – onde o idoso não alcançava.

“Meu braço estava preso embaixo de mim e as horas continuavam passando”, disse Ronald. “16 horas”. Ronald conta que começou a perder a esperança de sobreviver e passou a orar por ajuda. E então ele sentiu uma lambida na sua mão, era o pequeno Fluffy.

O gatinho tinha o hábito de seguir seu dono até o banheiro e naquele dia não havia sido diferente. Ronald percebeu que o gatinho era sua última esperança.

“Então eu disse ‘ring-a-ding’ Fluffy. Você é minha única esperança’”, disse Ronald.

“Nem cinco minutos depois senti algo atingir minha mão [o celular]. E estou aqui por causa disso… revivo isso um milhão de vezes. E se ele não estivesse lá comigo? Eu estaria morto hoje.”

Após o felino jogar o celular na mão do idoso, Ronald fez uma ligação para a emergência. Ele foi levado ao hospital, se recuperando completamente.

“Ninguém vai me dizer que Deus não fez isso”, disse ele. “Estou vivo hoje por causa daquele tufo de pelo, daquele lindo gato preto e branco. Estou tão feliz por tê-lo adotado.”

“Ele é meu herói e sempre será”, disse Ronald. “Ele nunca estará longe de mim até o dia em que eu morrer.”

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