Confira 6 fábulas inteligentes e com moral da história!

1. A Raposa e o Corvo

Um corvo que passeava pelo campo, apanhou um pedaço de queijo que estava no chão e fugiu, acabando por pousar sobre uma árvore.
A raposa, o observando de longe, sentiu uma enorme inveja e desejou comer o queijo. Assim, se  pós ao pé da árvore e disse: Você é bonito e gentil, poucos pássaros te ganham. Tu é bem-disposto e muito falante; se souber cantar, nenhuma ave se comparará contigo.
O corvo soberbo de todos estes elogios, levanta o pescoço para cantar, porém abrindo a boca o queijo caiu. A raposa apanhou e foi embora, ficando o corvo faminto.

Moral da história: Não dê ouvidos a quem te inveja.

2. A Serpente e o Pirilampo

Certa vez uma serpente começou a perseguir um pirilampo. Cheio de medo, o pirilampo fugia rapidamente, mas a serpente continuava atrás dele sem desistir. E isto durou até que no terceiro dia de perseguição o pirilampo, já sem forças, resolveu parar e perguntou à serpente:

— Posso fazer três perguntas?

— Não costumo abrir esse precedente, mas já que te vou devorar, pode perguntar…

— Pertenço à tua cadeia alimentar ?

— Não.

— Te fiz algum mal?

— Não.

— Então porque quer acabar comigo?

— Porque não suporto ver você brilhar…

Moral da história: Não procure um sentido lógico na inveja.

3. A Raposa e o Leão

Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Elea não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na diração de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas na terceira vez a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
_Oi, gatão! Tudo bom?

Moral da história: Da familiaridade nasce o abuso.

Esopo

4. A Cigarra e a Formiga

Num belo dia inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de comidas. Depois de uma chuvarada, os grãos tinham ficado molhados. De repente aparece uma cigarra:
– Por favor, formiguinhas, me dêem um pouco de comida!
As formigas pararam de trabalhar, coisas que era contra seus princípios, e perguntaram:
– Mas por quê? O que você fez durante o verão? Por acaso não se lembrou de guardar comida para o inverno?
Falou a cigarra:
– Para falar a verdade, não tive tempo. Passei o verão todo cantando!
Falaram as formigas:
– Bom… Se você passou o verão todo cantando, que tal passar o inverno dançando? E voltaram para o trabalho dando risadas.

Moral da história: Os preguiçosos colhem o que merecem.

Esopo

5. O Desafio

Numa bela manhã de sábado, toda a bicharada estava reunida, inclusive Tatá, o grilo sabichão e a formiga Nina. Os dois, como sempre, viviam brigando e disputando para saber quem corria mais.
Tatá propôs um desafio para Nina, assim iriam tirar essa dúvida. Eles marcaram uma corrida. Tatá ficou zombando de Nina, pois ela nunca conseguiria ir ao outro lado da floresta, por ser pequena.
Chegou a hora esperada, todos estavam lá, então a corrida começou. O grilo saiu na frente, depois ficou cansado e decidiu tomar um pouco de água num riacho que tinha ali perto. Nem se preocupou com o tempo, pois achava que a formiga nunca iria ganhar. Chegando ao riacho, ele encontrou uma barata e os dois começaram a conversar.
Nada do grilo lembrar da corrida, quando se lembrou, era tarde demais, pois Nina já tinha vencido.

MORAL: Nunca devemos zombar dos outros pois todos somos capazes de algo, basta acreditar.

6. O Camundongo da Cidade e o do Campo

“Um camundongo que morava na cidade foi, uma vez, visitar um primo que vivia no campo. Este era um pouco arrogante e espevitado, mas queria muito bem ao primo, de maneira que o recebeu com muita satisfação. Ofereceu-lhe o que tinha de melhor: feijão, toucinho, pão e queijo.

O camundongo da cidade torceu o nariz e disse:
– Não posso entender, primo, como você consegue viver com estes pobres alimentos. Naturalmente, aqui no campo, é difícil obter coisa melhor. Venha comigo e eu lhe mostrarei como se vive na cidade. Depois que passar lá uma semana, você ficará admirado de ter suportado a vida no campo.

Os dois pusseram-se, então, a caminho. Tarde da noite, chegaram à casa do camundongo da cidade.
– Certamente você gostará de tomar um refresco, após esta caminhada, disse ele polidamente ao primo.

Conduziu-o à sala de jantar, onde encontraram os restos de uma grande festa. Puseram-se a comer geléias e bolos deliciosos. De repente, ouviram fosnados e latidos.
– O que é isto? Perguntou, assustado, o camundongo do campo.
– São, simplesmente, os cães da casa, respondeu o da cidade.
– Simplesmente? Não gosto desta música, durante o meu jantar.

Neste momento, a porta se abriu e apareceram dois enormes cães. Os camundongos tiveram que fugir a toda pressa.

– Adeus, primo, disse o camundongo do campo. Vou voltar para minha casa no campo.
– Já vai tão cedo? perguntou o da cidade.
– Sim, já vou e não pretendo voltar, concluiu o primeiro.”

Moral: Mais vale o pouco certo, que o muito duvidoso

Esopo


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