Reflexão

Mãe que se mudou para Dinamarca se adapta a deixar bebê dormir sozinho, do lado de fora

Cada país possui seus próprios costumes, alguns parecem esquisitos mas outros podem ser assustadores para quem espia de fora.

Na Dinamarca é comum os pais deixarem seus bebezinhos cochilando nos carrinhos ao lado de fora das casas e estabelecimentos comerciais – como lancherias e cafés. Após mudar para o país escandinavo, a influencer americana Annie Samples inicialmente achou estranho o hábito dos dinamarqueses:

“Fiquei chocada ao ver que isso realmente acontece aqui” contou Annie.

Porém, ela viralizou no Tiktok após revelar ter se adaptado ao costume e deixado a própria filha tirar suas sonecas ao ar livre.

“Eu tentei, anteriormente, sem sucesso, com meu terceiro filho e meio que desisti da ideia completamente. Depois que meu quarto bebê nasceu, a enfermeira que nos visitou enfatizou a importância dos cochilos ao ar livre – e foi aí que eu dei outra chance. Cochilos ao ar livre são extremamente comuns. A maioria das famílias faz isso, assim como as creches colocam as crianças para dormir do lado de fora também

@annieineventyrland

♬ path of the wind ~ my neighbor totoro lofi – Closed on Sunday

“Alguns dos supostos benefícios de dormir ao ar livre seriam ajudar o bebê a dormir mais profundamente e que o ar fresco é bom para a saúde e para o sistema imunológico dele. Mas o que minha enfermeira mais enfatizou é que isso ajudaria com meus níveis de estresse e ajudaria a família a funcionar melhor – com o que concordo. Foi um grande benefício para toda a minha família. Com meus outros três filhos, nos Estados Unidos, muitas vezes, ficávamos presos em casa por horas a fio durante os cochilos, e tínhamos que tentar ficar quietos para mantê-los dormindo. Nós realmente desfrutamos da liberdade de não ter que fazer mais isso”

Naturalmente muitos seguidores da Influencer se preocuparam com a segurança das crianças mas Anne garante que a Dinamarca é um país seguro e se preocupar com isso por lá não faz sentido.

“No vídeo, mencionei que a razão pela qual não nos preocupamos com seqüestradores é porque os outros não querem a responsabilidade, e se você quer que seu próprio filho cresça, o sistema de saúde terá prazer em ajudá-lo a fazer isso. Então isso é o que qualquer dinamarquês diria a você. Eu vi muitos comentários dizendo que essa é uma mentalidade ‘insana’ – que os seqüestradores não querem levar crianças para cria-las. “Eu queria ter explicado que o resultado do nosso sistema de saúde, dos serviços sociais e das comunidades próximas é que há infinitas checagens e balanços que acontecem para se certificar do bem-estar e da segurança das crianças por todo o país”, disse ela.

E você, o que achou deste costume? Conte para gente nos comentários!

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