Reflexão

3 Truques Psicológicos para fazer amigos e influenciar pessoas

Ser mais carismático não é algo difícil, tipo um dom que ou você nasce com ele ou não nasce. Existem alguns comportamentos que são observados nos carismáticos e podem ser aprendidos e incorporados dentro do estilo de cada pessoa. Veja os 3 mais importantes:

1. Fale dos interesses do outro

Acredito que você pode conquistar mais amigos em dois meses se interessando nas outras pessoas do que em dois anos tentando fazer com que as outras pessoas se interessem por você.
Dale Carnegie

A lógica é simples: a forma mais fácil de ganhar o interesse das pessoas é se interessando por elas primeiro. A verdade é que se você não for uma celebridade, raramente os outros demonstraram interesse sincero em te ouvir. A maioria só quer falar de si, então, ter interesse nas pessoas é algo raro e todo bem escasso em nossa sociedade vale muito.

Ao ouvir e se empolgar pelos assuntos dos outros você cria uma ligação especial com quase todo mundo. E é fácil desenvolver interesse verdadeiro pelas pessoas porque a maioria tem coisas realmente interessantes para contar. É surpreendente tudo que se aprende ouvindo com atenção, deixando de ouvir no piloto automático.

A maioria das pessoas se tornarão mais receptivas em te ouvir, apenas por você também ter dado um pouco da sua atenção a elas. Essa atenção faz com que os outros se sintam bem, importantes, e também os deixará mais simpáticos a sua pessoa e seus pontos de vista 🙂

2. Elogie

Imagina a seguinte situação:

Você irá a uma festa e quer fazer um bolo top para levar junto. Então, você se esforça e coloca só ingredientes gostosos e caros no seu bolinho. Até um pote de nutella entra na jogada e bem, sabemos que nada fica ruim quando tem nutella envolvida. Então, você leva sua obra de arte para a festa sabendo que fez um bom trabalho. Nessa festa você tem dois amigos, o Valnei e o Hirosimba. Então o Hirosimba prova seu bolo e fala:

– É, esse teu bolo tá faltando alguma coisa. Sei lá, tem muito recheio. E as fatias não estão cortadas do jeito que eu cortaria, tá meio torto. Você tinha que ver o bolo que fiz semana passada, esse sim tava perfeito!

Bom, se você for uma pessoa normal e equilibrada eu imagino que você teria vontade de dar na cara desse infeliz e jogar o seu bolo na cabeça dele, só para começar.

Então, depois de você se sentir péssimo pelos comentários babacas do Hirosimba, chega o Valnei, experimenta o seu bolo e diz:

– Nossa!!! Esse teu bolo tá bom demais, com bastante recheio! Sério, podia comer isso o dia inteiro, parabéns pelo seu trabalho.

Me diz, quem não fica feliz ao ouvir uma coisa assim?

É tão legal quando você faz uma coisa da qual você se orgulha e os outros reconhecem e elogiam sua atitude com alegria, não é verdade? Pense como você se sente quando isso acontece. Como se sente mais aberto a uma pessoa que te incentiva e como se sente menos simpático a alguém que só critica e bota defeito em tudo. Então, seja como o Valnei e incentive quem está a sua volta, é impossível desgostar de alguém positivo.

A crítica é fútil, porque coloca uma pessoa na defensiva, e, comumente, faz com que ela se esforce para justificar-se. A crítica é perigosa, porque fere o precioso orgulho do indivíduo, alcança o seu senso de importância e gera o ressentimento.
Dale Carnegie

3. Tenha uma linguagem corporal aberta

Você sabe o que é mais importante para as pessoas, em geral, quando conhecem alguém?

Ver que a outra pessoa é engraçada?
Ver que a outra pessoa é vencedora?
Ver que a outra pessoa é inteligente?

Nada disso. A primeira coisa que a maioria avalia, por uma questão ancestral, é ver se a pessoa em questão é uma ameaça ou não. Por isso que o aperto de mão foi criado, era a forma de demonstrar que nenhuma das partes tinha uma faca ou pedra escondida, pronta para tocar o terror.

Quando ficamos nervosos e ansiosos nossa linguagem corporal fica defensiva, mesmo sem perceber: cruzamos os braços ou botamos as mãos no bolso, nos fechamos. Esses sinais são percebidos de forma subliminar pelas outras pessoas, elas “sentem” o nosso desconforto e isso as faz desconfiar do porque deste sentimento: será alguma má intenção?

Por isso uma postura relaxada e aberta passa tranquilidade, uma calma que será lida pela outra pessoa e passará a mensagem de que estamos “de boa na lagoa”:  Não causaremos nenhum mal e estamos confortáveis com a presença dela. Outra vantagem é que essa postura passa auto confiança e todos gostamos e respeitamos pessoas confiantes.

Apenas a postura já fará com que nos sintamos mais confiantes e abertos, alterando nosso estado de espírito positivamente.


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