Reflexão

5 Estratégias de Psicólogos para lidar com a Ansiedade

Sentir um certo grau de ansiedade é algo normal, segundo a psicóloga Ana Beatriz Barbosa Silva, quem não sente ansiedade é psicopata.

Afinal a ansiedade é uma reação natural desenvolvida pela evolução. Assim quando sentir as mãos suarem antes de tomar uma decisão importante fique tranquila, é só o seu corpo dizendo para você se cuidar.

Porém, se a ansiedade toma conta da sua vida é a hora de tomar uma atitude.

Para te ajudar a equilibrar os nervos, permitir que você tenha momentos de descanso prazerosos e melhorar a qualidade das suas relações interpessoais, preparamos 5 dicas de psicólogos para lidar com a ansiedade.

1.  Uma coisa de cada vez

Para o psiquiatra e psicoterapeuta Nélio Tombini uma das representações da ansiedade é a pressa para ir a lugar nenhum.

Por exemplo, você acorda no sábado e pensa: este fim de semana vou faxinar a casa, dar banho nos pets, hidratar o cabelo e cozinhar as marmitas da semana. É tanta coisa para fazer que você já levanta da cama sem fôlego.

Este impulso de fazer várias tarefas ao mesmo tempo, só gera frustração, ansiedade e sofrimento, já que é quase impossível dar conta de tudo.

A estratégia do médico Nélio Lombardi é fazer uma coisa de cada vez. Então estabeleça as prioridades e foque no que é mais urgente.

Também evite cair nas distrações digitais como mensagens do WhatsApp, elas são um gatilho forte para a procrastinação e consequentemente para a ansiedade.

2.  Encontre distrações

Quando as causas da sua ansiedade são pequenas, uma tática apontada pelo doutor em psicologia clínica Luiz Hanns é distrair a sua cabeça.

Se você está ansiosa esperando uma encomenda chegar pelos correios ao invés de ficar olhando o código de rastreio de meia em meia hora, você pode se entreter lendo um livro ou assistindo a um filme.

3.  Vai com medo, mas vai

Conforme a psicóloga Ana Beatriz Silva, a ansiedade e o medo são duas faces da mesma moeda, elas produzem uma reação química igual no corpo.

No entanto, enquanto o medo é real e objetivo (como o medo de um cachorro raivoso te atacar) a ansiedade é subjetiva, como o receio das pessoas te julgarem e criticarem.

Quando a ansiedade se torna algo crônico acontecem os problemas psicológicos como: Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG); Fobia Social; Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)…

Para evitar que você chegue neste estado, a psicóloga recomenda você a buscar a coragem que existe dentro de si e enfrentar as causas da sua ansiedade. Independente do resultado, você aprenderá mais sobre si mesmo e, como tudo na vida, uma hora as coisas passam.

Você também pode usar este tempo em atividades mecânicas como organizar o guarda-roupa ou, se estiver muito ansiosa, atividades mais complexas como limpar a sua galeria de fotos do celular.

4.  Liste soluções

Outra sugestão do dr. Luiz Hanns para lidar com a ansiedade é listar quais atitudes você pode tomar diante das situações que te causam estresse.

Por exemplo: se o que não te deixa dormir é o medo de faltar dinheiro para comprar comida no fim do mês, você pode fazer uma lista de ações para evitar isso, como:

  • Estipular um limite de gastos semanais
  • Pesquisar promoções em mercados no seu bairro
  • Fazer substituições para produtos mais baratos, exemplo: trocar a carne pelo ovo

Só de pensar nas possíveis soluções o coração já fica mais tranquilo e você concentra a sua energia na resposta para o problema.

5.  Pratique o desapego

Mas há situações que fogem ao nosso controle e não podemos fazer nada a respeito. Nestes casos, o melhor cortar laços com o que te faz lembrar daquela circunstância.

Como um vestido de festa que você gostava muito e já não serve mais. Se olhar para ele no armário te deixa inquieta e afeta a sua autoestima, é melhor colocar para doação.

É fundamental entender que aquele vestido foi importante em determinado momento da sua vida, mas que agora não tem mais relevância. Até porque se você emagrecer provavelmente vai querer um vestido novo e este objeto pode trazer alegria para outra pessoa.

Para facilitar este processo o dr. Luiz Hanns recomenda que você seja flexível e encontre humor e alegria no desapego.

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Autora
Lúcia Pego dos Santos

 

 

 

Fontes:


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